REGULAMENTO
1.0 – PROPÓSITO
O presente Concurso tem o propósito de escolher a logomarca que será utilizada nas comemorações dos 100 anos da Revolta da Chibata.
2.0 – REGRAS
2.1 – A logomarca deve ser original, não podendo ter sido publicada anteriormente.
2.2 - A participação no concurso implica na cessão de todos os direitos de caráter editorial das logomarcas enviadas. O material selecionado, ou não, passará a fazer parte do acervo da organização do concurso, que posteriormente fará a doação do material.
2.3 - Poderão participar do concurso, todos os interessados.
2.4 - O autor deverá encaminhar em um envelope o seguinte material: o trabalho impresso com o seu pseudônimo escrito, o respectivo arquivo em meio magnético (CD ou DVD) identificado com o pseudônimo, e um envelope menor lacrado e opaco, contendo a Ficha de Inscrição, com seus dados pessoais, incluindo o pseudônimo.
2.5 - Os trabalhos deverão estar impressos no formato 10x15 cm e os arquivos em meio magnético deverão ter resolução mínima de 300 dpi.
2.6 - A Comissão Julgadora, constituída de três avaliadores, deverá avaliar e propor ás instituições parceiras os melhores trabalhos, dentre todos os concorrentes, não cabendo recurso sobre as decisões da referida Comissão.
2.7 – O Concurso, apoiado por diversos setores ligados à História e a Cultura de São João de Meriti, terá premiações do 1º ao 3º colocado.
2.8 – Os casos omissos a esse regulamento serão julgados pelos organizadores.
2.9 – O vencedor do certame além do prêmio relativo ao 1º lugar receberá um Diploma de Honra ao Mérito..
.
3.0 – PRAZOS
De 12/01/10 a 31/03/10 - Entrega dos trabalhos
De 01/04/10 a 06/04/10 - Julgamento dos trabalhos.
10/04/10 – Divulgação dos resultados.
A Premiação será por ocasião das comemorações dos 100 anos da Revolta da Chibata.
4.0 – REMESSA DOS TRABALHOS
4.1 - O material deverá ser enviado ao Complexo Cultural Kenedi Jaime de Freitas - Av. Automóvel Clube, 206 – Centro - São João Meriti / RJ CEP: 25515-126 a/c de Roberto Cardoso – “Concurso Logomarca 100 Anos da Revolta da Chibata”.
4.2 – Os trabalhos não serão devolvidos e serão doados posteriormente a uma instituição local que tenha por objetivo a preservação da memória de João Cândido.
5.0 – INFORMAÇÕES ADICIONAIS
Informações adicionais poderão ser obtidas por meio do telefone: 21 9507-5557, ou pelos correios eletrônicos: forummaracaja@terra.com.br./ forummaracaja@yahoo.com.br / forummaracaja@gmail.com
Este regulamento estará disponível no site: http://semanajoaocandido.blogspot.com/
6.0 – FICHA DE INSCRIÇÃO
A ficha de inscrição deverá constar das seguintes informações:
• Nome do participante
• Pseudônimo
• Endereço
• Telefone fixo e celular
• e-mail
• Declaração de próprio punho, assinada, declarando conhecimento das normas e condições expressas no regulamento do Concurso da Logomarca comemorativa dos 100 anos da Revolta da Chibata.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
domingo, 27 de dezembro de 2009
Cronologia de João Cândido

1880
Nasce João Cândido em Rio Pardo/RS.
1893
Aos 13 anos João Cândido participa da Revolta Federalista
1894
João Cândido alista-se na Marinha Brasileira.
1895
João Cândido ingressa na Marinha.
1889
O uso da chibata na Armada Brasileira é abolido.
1900
João Cândido interna-se no Hospital da marinha para tratamento de tuberculose.
1906
João Cândido viaja à Europa.
1909
João Cândido é enviado à Grã Bretanha para acompanhar o término da construção de navios encomendados à Marinha Brasileira.
1910
O marinheiro Marcelino Rodrigues de Menezes foi punido com 250 chibatadas
Inicia-se a “Revolta da Chibata”.
1911
João Cândido é detido no Hospital dos Alienados, como louco e indigente.
1912
João Cândido é solto do Hospital dos Alienados.
1913
João Cândido emprega-se no veleiro ‘Antonico’.
1928
A vida de João Cândido é profundamente abalada pelo suicídio de sua segunda esposa.
1930
João Cândido é novamente detido;
Muda-se para baixada Fluminense, instalando-se em São João de Meriti.
1933
João Cândido é convidado a aderir a Ação Integralista Brasileira.
1946
Morre Francisco Dias Martins, companheiro de revolta de João Cândido.
1953
O navio “Minas Gerais” é vendido como sucata à Itália e João Cândido despede-se dele.
1959
João Cândido viaja ao sul do país, mas é impedido pela Marinha de participar de uma cerimônia.
1968
O Museu da Imagem e do Som entrevista João Cândido.
1969
João Cândido falece de câncer no hospital Getúlio Vargas.
1970
A memória de João Cândido é regatada por João Bosco e Aldir Blanc no samba “o mestre sala dos mares”.
1991
O título de Cidadão Honorário post mortem é conferido a João Cândido pela Câmara Municipal de São João de Meriti/RJ.
2002
É apresentado um projeto de anistia post mortem a João Cândido.
2005
Um projeto é apresentado determinando inscrever o nome de João Cândido no “Livro dos Heróis da Pátria’.
2007
É inaugurada uma estátua em homenagem ao “Almirante Negro”, nos jardins do Museu da República.
2008
Publicado no DOU lei que concede anistia a João Cândido.
2010
Semana João Cândido em São João de Meriti/RJ.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
E Minas Geraes
Tipo Dreadnought
Classe Minas Geraes
D a t a s
Batimento de Quilha: 17 de abril de 1907
Lançamento: 10 de setembro de 1908
Incorporação: 5 de janeiro de 1910
Baixa: 20 de setembro de 1953
Características
Deslocamento: 19.280 ton (padrão), 23.243 ton (carregado).
Dimensões: 164.60 m de comprimento, 25.30 m de boca e 7.65 m de calado.
Blindagem: casco - 229 mm à meia nau e 152 mm na proa e na popa; torres principais - 229 mm na parte da frente e 203 mm nas laterais; convés - 51 mm.
Propulsão: 18 caldeiras; maquinas alternativas à vapor gerando 23.500 bhp, acoplados a dois eixos com hélices de três pás.
Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 21 nós.
Raio de ação: 10.000 milhas náuticas à 10 nós.
Armamento: 12 canhões de 12 pol/45 cal. (305 mm) em seis torres duplas; 22 canhões de 4.7 pol. (120 mm) e 8 canhões de 47 mm em reparos singelos.
Sensores: ?
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 1200 homens.
H i s t ó r i c o
O Encouraçado Minas Geraes, foi o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado de Minas Gerais. O Minas Geraes foi construído pelo estaleiro W.C. Armstrong Whitworth & Company em Newcastle-on-Tyne, Inglaterra. Teve sua quilha batida em 17 de abril de 1907, foi lançado em 10 de setembro de 1908, foi incorporado em 5 de janeiro de 1910. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Mar-e-Guerra João Baptista das Neves.
O Minas Geraes fazia parte de um ambicioso plano de reaparelhamento naval iniciado pelo Ministro da Marinha Almirante Júlio César de Noronha, em 1904 e concretizado na gestão do Almirante Alexandrino Faria de Alencar. Era um dos navios mais poderosos do mundo na época de sua entrega, porém tornou-se rapidamente obsoleto devido à grande evolução da tecnologia naval no inicio do século XX.
1909
Em 19 de setembro, encerrou as provas finais de aceitação.
1910
Na viagem para o Brasil, escoltou o Encouraçado norte-americano USS North Carolina e trouxe os restos mortais do Embaixador Joaquim Nábuco.
Em 17 de abril, chegou ao Rio de Janeiro.
Em 22 de novembro, durante a Revolta da Chibata foi morto a bordo o CMG João Baptista das Neves.
1920
Em julho, iniciou modernização no Blooklyn Naval Shipyard. Segundo algumas fontes recebeu caldeiras Babcock & Wilcox em substituição as caldeiras Armstrong.
1922
Em 21 de fevereiro, realizou exercício de tiro real em conjunto com o E São Paulo.
Em 6 de julho, acompanhado do E São Paulo e de um contratorpedeiro atacou o Forte de Copacabana rebelado, durante a chamada Revolução de 1922.
Durante a Segunda Guerra Mundial o Minas Geraes serviu como bateria flutuante, fundeado na barra do porto de Salvador, retornando ao Rio de Janeiro em 1945.
1923
Em 7 de setembro, acompanhado pelo Iate José Bonifácio participou das comemorações alusivas ao 101º Aniversario da Independência, prestando também homenagem ao Patriarca José Bonifácio de Andrada e Silva, em Santos (SP).
1934
Iniciou modernização no AMRJ, que se prolongou até 1940. Teve sua superestrutura remodelada e foi convertido da propulsão a carvão para óleo e recebeu mais armamento antiaéreo.
1935-1936
Terminou a modernização no AMRJ.
1953
O E Minas Geraes deu baixa em 20 de Setembro de 1953.
1954
Foi vendido para a firma italiana S.A. Cantiere Navale de Santa Maria, seguindo à reboque para a Europa em 11 de março.
Classe Minas Geraes
D a t a s
Batimento de Quilha: 17 de abril de 1907
Lançamento: 10 de setembro de 1908
Incorporação: 5 de janeiro de 1910
Baixa: 20 de setembro de 1953
Características
Deslocamento: 19.280 ton (padrão), 23.243 ton (carregado).
Dimensões: 164.60 m de comprimento, 25.30 m de boca e 7.65 m de calado.
Blindagem: casco - 229 mm à meia nau e 152 mm na proa e na popa; torres principais - 229 mm na parte da frente e 203 mm nas laterais; convés - 51 mm.
Propulsão: 18 caldeiras; maquinas alternativas à vapor gerando 23.500 bhp, acoplados a dois eixos com hélices de três pás.
Eletricidade: ?
Velocidade: máxima de 21 nós.
Raio de ação: 10.000 milhas náuticas à 10 nós.
Armamento: 12 canhões de 12 pol/45 cal. (305 mm) em seis torres duplas; 22 canhões de 4.7 pol. (120 mm) e 8 canhões de 47 mm em reparos singelos.
Sensores: ?
Código Internacional de Chamada: ?
Tripulação: 1200 homens.
H i s t ó r i c o
O Encouraçado Minas Geraes, foi o segundo navio a ostentar esse nome na Marinha do Brasil em homenagem ao Estado de Minas Gerais. O Minas Geraes foi construído pelo estaleiro W.C. Armstrong Whitworth & Company em Newcastle-on-Tyne, Inglaterra. Teve sua quilha batida em 17 de abril de 1907, foi lançado em 10 de setembro de 1908, foi incorporado em 5 de janeiro de 1910. Naquela ocasião, assumiu o comando, o Capitão-de-Mar-e-Guerra João Baptista das Neves.
O Minas Geraes fazia parte de um ambicioso plano de reaparelhamento naval iniciado pelo Ministro da Marinha Almirante Júlio César de Noronha, em 1904 e concretizado na gestão do Almirante Alexandrino Faria de Alencar. Era um dos navios mais poderosos do mundo na época de sua entrega, porém tornou-se rapidamente obsoleto devido à grande evolução da tecnologia naval no inicio do século XX.
1909
Em 19 de setembro, encerrou as provas finais de aceitação.
1910
Na viagem para o Brasil, escoltou o Encouraçado norte-americano USS North Carolina e trouxe os restos mortais do Embaixador Joaquim Nábuco.
Em 17 de abril, chegou ao Rio de Janeiro.
Em 22 de novembro, durante a Revolta da Chibata foi morto a bordo o CMG João Baptista das Neves.
1920
Em julho, iniciou modernização no Blooklyn Naval Shipyard. Segundo algumas fontes recebeu caldeiras Babcock & Wilcox em substituição as caldeiras Armstrong.
1922
Em 21 de fevereiro, realizou exercício de tiro real em conjunto com o E São Paulo.
Em 6 de julho, acompanhado do E São Paulo e de um contratorpedeiro atacou o Forte de Copacabana rebelado, durante a chamada Revolução de 1922.
Durante a Segunda Guerra Mundial o Minas Geraes serviu como bateria flutuante, fundeado na barra do porto de Salvador, retornando ao Rio de Janeiro em 1945.
1923
Em 7 de setembro, acompanhado pelo Iate José Bonifácio participou das comemorações alusivas ao 101º Aniversario da Independência, prestando também homenagem ao Patriarca José Bonifácio de Andrada e Silva, em Santos (SP).
1934
Iniciou modernização no AMRJ, que se prolongou até 1940. Teve sua superestrutura remodelada e foi convertido da propulsão a carvão para óleo e recebeu mais armamento antiaéreo.
1935-1936
Terminou a modernização no AMRJ.
1953
O E Minas Geraes deu baixa em 20 de Setembro de 1953.
1954
Foi vendido para a firma italiana S.A. Cantiere Navale de Santa Maria, seguindo à reboque para a Europa em 11 de março.
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