quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Motim na Roberto Freire (P1)


Motim na Batalha da Avenida Roberto Freire (Parte 1)

 

O Universo embaralha as peças dos quebra-cabeças e tenta remontar, mas o tempo é outro e nem todas as peças se encaixam perfeitamente para repetir com exatidão a cena.  A história se repete, e não é exatamente como o ocorrido anteriormente, há algumas coincidências de situações, que podem ser maiores em alguns momentos e menores em outros momentos, coincidindo em alguns pontos aqui e ali.

Um escritor natalense esta escrevendo um livro sobre a II Grande Guerra, deverá apresentar um resultado final surpreendente, não vai mudar o curso da historia, mas vai dar um novo ponto de vista que nos vai permitir uma nova compreensão.

A Terra gira em torno do seu eixo para deixar que cada região e cada país por um momento olhem para as estrelas, e em outro momento sejam iluminados pelo Sol.  A Terra gira em torno do Sol, para que cada nação e cada região possam estar por algum momento mais próximo ou mais distante do Sol, sentir mais frio ou mais calor. Tudo se repete inclusive a história, com algumas variações, mas repete.  

Uma batalha acontece na Avenida Roberto Freire (Batalha na Avenida Roberto Freire. Jornal de HOJE 30/07/12, Natal/RN), e um motim aconteceu no exercito holandês. Motins acontecem quando os soltados não são respeitados, quando soldados são humilhados e quando soldados não tem um mínimo de conforto entre as batalhas. A Revolta da Chibata (Rio de Janeiro/RJ, 1910), aconteceu a partir de bordo de alguns navios em razão de maus tratos aos marinheiros.

Os soldados da Batalha da Roberto Freire não são soldados armados, mas formam um exercito de estudantes que se municiam de conhecimento para a guerra do mercado, e precisam de um mínimo de segurança para chegar e sair do seu quartel, um mínimo de segurança que garanta a inviolabilidade de seus bens móveis enquanto estão aquartelados.

Já ocorreram manifestações em defesa de uma travessia de pedestres na avenida, travessia dificultosa, anteriormente citada pelo texto “Dicotomia natalense” (NOVO jornal. Natal/RN, 12/05/12, Natal/RN), o texto foi encaminhado ao general supremo do quartel holandês via e-mail, e foi respondido com uma única palavra, “legal”.

Não demorou muito e o texto “Dicotomia natalense” circulou em um periódico interno (Jornal do DCE – FMN, Natal/RN, dez/12), dirigido e editado por alunos. Passaram mais alguns meses, depois de algum tempo e contratempo, estudantes foram para avenida pintar a faixa de travessia. Interromperam o transito e marcaram o asfalto com giz, simulando uma faixa de pedestre. O general supremo com títulos honrosos da academia do conhecimento e da sociedade de Nova Amsterdã já teve tempo suficiente de buscar os canais competentes para solucionar os riscos das vidas. Afinal ser gestor, é administrar e solucionar problemas. No momento ainda não há uma solução satisfatória aos riscos de vidas e agora há problemas com riscos de integridade de bens.

Quem abandona uma carreira promissora e respeitada de juiz para se dedicar ao ensino, deve fazer uma dedicação integral aos seus pupilos.

 

FMN

 

 
Entre Natal e Parnamirim/RN ─  25/09/2013
 
 
 
Roberto Cardoso
(Maracajá)
 
ESTRATEGISTA
 
 
023.1461.13
CMEC - Cadastro Municipal de Entidades Culturais
Fundação Cultural Capitania das Artes
FUNCARTE
Natal/RN
Cientista Social
Jornalista Científico
Reiki Master & Karuna Reiki Master
 
Colunista em Informática em Revista
 
Sócio Efetivo do IHGRN
(Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte)
 
 
No período de julho/2013 a outubro/2013 estou concorrendo ao PREMIO DESTAQUES DO MERCADO na categoria Colunista em Informática na publicação Informática em Revista.
 
 
A votação poderá ser feita usando um e-mail por mês. Após a votação espere o retorno do e-mail para validação do voto. Só após a validação é que o voto é computado
 
 
Link para votação
 
Obrigado
Roberto Cardoso
Candidato ao premio na categoria colunista em informática
 

 

 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Aniversario de 446 anos da Ilha



Aniversario de 446 anos da Ilha do Governador
setembro/2013
 
 
 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

PREMIO INFORMATICA 2013


PREMIO INFORMATICA 2013

Roberto Cardoso

 

As votações já começaram e estou candidato na categoria "Colunista de Informática"

Vote no Prêmio Informática 2013 a partir de hoje. São 20 categorias. Acesse http://www.informaticaemrevista.com.br/premiacao.php

 

INFORMATICA PRIZE 2013

Roberto Cardoso

 

Voting has already begun and I am a candidate in the category "Computer Columnist"
Vote in Computing Award 2013 from today. There are 20 categories. Log in


 


INFORMATICA PREMIO 2013

Roberto Cardoso

 

La votación ya ha comenzado y yo soy un candidato en la categoría "Columnista Computer"
Voto en el Premio Computing 2013 a partir de hoy. Hay 20 categorías. iniciar la sesión

domingo, 7 de abril de 2013

Nem tudo que cai do céu vem dos deuses


Nem tudo que cai do céu vem dos deuses

 
No ano de 1980 foi lançado no cinema um filme com o título em português, “Os deuses devem estar loucos” ─ The Gods Must Be Crazy.  O filme gira em torno de uma questão ou opinião, sobre algo que desconhecemos, vemos e não sabemos a origem, a finalidade ou a utilidade. E damos os sentidos que entendemos, compreendemos ou achamos, de acordo com as nossas experiências acumuladas, ou o conhecimento e informações, adquiridos até aquele momento.

A história do filme começa com um piloto voando baixo, em um pequeno avião, sobre planícies africanas. Ao pilotar e tomar um refrigerante descarta a garrafa para fora do avião, em uma região inóspita e aparentemente não habitada da África. Nativos do local encontram a garrafa, um objeto desconhecido até então, e julgam que ela tenha sido lançada pelos deuses. Começam então a criar e recriar utilidades ao vasilhame de refrigerante que chegara dos céus. Utilizaram como armazenador de água, como um porrete para quebrar nozes e frutos, como marcação de jogos, etc. e etc.

Por fim os nativos não civilizados acabam se desentendendo por haver um único exemplar da garrafa e todos querendo ser o possuidor, daquilo que tantos benefícios e utilidades lhes proporcionou, chegando a uma adoração pelo objeto. A antiga busca do homem pelo poder e pelo conhecimento.

Na intenção de acabar com os problemas também trazidos pelo objeto, resolvem atirá-la para fora do planeta, do seu universo, e de suas vidas, e saem em busca deste local onde julgavam ser possível lançar a garrafa para longe do seu universo, se desfazer da garrafa que trouxera mais problemas que soluções.

Povos e civilizações sempre atribuíram poderes a deuses que habitam algum lugar do mundo invisível, no céu ou no espaço. Um exemplo é o sertanejo que coloca sua fé em São José, que mande boas chuvas para que a colheita e criação seja farta e que a ceia seja santa.

No século XVIII foi descoberto um meteorito no sertão da Bahia um meteoro que foi batizado de Bedengó, No século seguinte Antonio Vicente Mendes Maciel, o Antonio Conselheiro (AC), depois de suas andanças pelo sertão instalou seu arraial na mesma região.  Não foi descrito na história, mas Antonio Conselheiro pode ter ido ao local da queda do meteoro (AC/DC), por uma mensagem, julgando ser o local ideal para fundar o seu arraial. Tal como os Reis Magos seguiram a Estrela de Belém. Três pessoas foram fundamentais na resistência do arraial, contra as tropas da “mundiça”. Zé Lucena, Vilanova e João Abade, que foram ao seu encontro no sertão.

No dia 3 de abril (2013), em uma faculdade particular de Natal/RN, durante uma aula de direito, quem sabe falando sobre as leis mosaicas. Fragmentos começaram a cair do alto alertando alunos a observar uma rachadura no teto, vindo após fragmentos maiores ao chão. A direção da faculdade cujo nome lembra um artefato bélico, indagada sobre o caso declarou que já estava no cronograma de obras, modificações da sala onde aconteceu uma antecipação da demolição promovida por deuses ocultos no sótão.

Com certeza tudo o que caiu do teto da sala não foi presente de Minerva, a deusa romana das artes e da sabedoria (símbolo da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro). Mas de casos e descasos, despreparos e desajustes de profissionais na construção, na manutenção e na inspeção de materiais sólidos suspensos, que compõem a forração ou rebaixamento do teto em questão. Mas quem sabe, pode ter sido um alerta também.

 



Artigo publicado  no Jornal de HOJE
08/04/2013 - Natal/RN

 
Parnamirim/RN -  07/04/2013
 
 
 
Roberto Cardoso
(Maracajá)
 
 
Cientista Social
Jornalista Científico
 
Sócio Efetivo do IHGRN
(Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte)